Antes da fama, Simplício trabalhou como vendedor, operário, pipoqueiro, engraxate e jornaleiro, além de tocar bateria, mostrando sua versatilidade. Casou-se em 1959 com Helena Maria de Almeida, com quem teve dois filhos. Seu apelido surgiu no circo, quando lhe sugeriram um nome artístico e ele escolheu Simplício por se considerar um homem simples. Atuou também no cinema em produções como O Negócio Foi Assim, Um Pirata de Outro Mundo, Quelé do Pajeú e Luar do Sertão. Sua última participação televisiva foi em A Praça É Nossa, no SBT, mantendo viva sua ligação com o humor até os últimos anos.
Simplício faleceu em 14 de agosto de 2004, aos 87 anos, em Itu, vítima de hemorragia interna e falência múltipla dos órgãos. A cidade decretou luto oficial de três dias e símbolos inspirados por ele foram cobertos por laços pretos em homenagem. Foi sepultado no Cemitério da Saudade, e sua memória foi celebrada em 2016 com o lançamento da biografia Simplício: Um Contador de Histórias – Vida e Obra de Francisco Flaviano de Almeida, escrita por Salathiel de Souza. Sua trajetória permanece como um marco do humor brasileiro, unindo simplicidade, criatividade e devoção à sua cidade natal.
Principal atividade ou função histórica: Humorista
Nascimento: 5 de outubro de 1916
Falecimento: 14 de agosto de 2004
Localização: Quadra - Cemitério Municipal de Itu.
Descrição do jazigo: Túmulo é construído em granito polido, com linhas horizontais e acabamento elegante. Na cabeceira, uma placa maior em dourado traz inscrições em homenagem a Simplício, acompanhada de retratos que reforçam sua memória. Logo abaixo, há uma segunda placa menor adornada com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, compondo um conjunto que transmite imponência, respeito e devoção, destacando-se pela harmonia entre a pedra escura e os elementos simbólicos.



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