Casou-se em 1871 com Damiana Quirino dos Santos, com quem teve treze filhos. Na década de 1870 mudou-se para Campinas, onde abriu escritório de advocacia, fundou a Escola do Povo e lecionou em colégios locais. Em 1875 tornou-se redator-chefe de A Província de S. Paulo, jornal republicano que mais tarde se transformaria em O Estado de S. Paulo, sendo considerado um de seus fundadores. Também criou, junto com a esposa, o Colégio Pestana, voltado à educação feminina.
Sua carreira política começou como deputado provincial em São Paulo e, em 1884, foi eleito deputado pelo Rio de Janeiro. Com a Proclamação da República em 1889, integrou o triunvirato que governou São Paulo ao lado de Prudente de Morais e Joaquim de Sousa Mursa. Em 1890 participou da comissão que elaborou a Constituição da República e foi eleito senador por São Paulo, assinando a Carta de 1891. Desiludido com os rumos da política, afastou-se do jornal e recusou convite para o Supremo Tribunal Federal, mas continuou ativo: foi novamente senador em 1893, assumiu a vice-presidência e depois a presidência interina do Banco da República do Brasil, antecessor do atual Banco do Brasil, entre 1893 e 1895.
Nos anos seguintes, voltou a São Paulo, onde foi vereador em 1896, deputado federal pelo Rio de Janeiro em 1899 e senador em 1902. Faleceu em São Paulo em 17 de março de 1903, sendo sepultado no Cemitério da Consolação. Sua trajetória marcou profundamente o jornalismo, a política republicana e a vida institucional do Brasil no final do século XIX e início do XX.
(Wikipédia)

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