No final do século XIX e início do século XX participou de diversas exposições e concursos na Itália, como as Trienais de Milão e a Exposição Geral Italiana de Turim (1898). Nesse período realizou bustos, monumentos públicos e esculturas funerárias, além de produzir obras na região do Piemonte. Entre seus trabalhos italianos destacam-se monumentos aos mortos da Primeira Guerra Mundial e a fonte monumental de Cantarana, em Asti.
Em 1925, após dificuldades profissionais na Itália, Giribaldi imigrou para o Brasil e estabeleceu-se em São Paulo, onde passou a lecionar modelagem e escultura no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Durante esse período produziu várias obras importantes, principalmente monumentos funerários instalados em cemitérios paulistas. Entre suas obras mais conhecidas estão o Monumento da Família Jafet (1925–1932) e o túmulo da família Horácio Vergueiro Rudge no Cemitério da Consolação, além de outros mausoléus e esculturas em cemitérios da capital.
Seu estilo artístico é associado ao simbolismo italiano, com composições expressivas, figuras alegóricas e grande riqueza ornamental, características muito presentes na escultura funerária do período. Giribaldi viveu no Brasil até o fim de sua vida e faleceu em 17 de setembro de 1951, em São Paulo, deixando um importante legado para a escultura e para a arte tumular brasileira.

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